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quarta-feira, 16 de agosto de 2017

LANÇAMENTO TOYOTA 2018 SERÁ FABRICADO AQUI NO BRASIL

Menor que o Corolla, novo Toyota Yaris 

Modelo será fabricado no país nas versões hatch e sedã, com preços abaixo do Corolla.


O Yaris poderá ser fabricado no Brasil, segundo o site Autos Segredos (Divulgação/Toyota)
A Toyota revelou na Tailândia a nova geração do Yaris sedã, modelo compacto do porte do Honda City. Segundo o jornalista Marlos Ney Vidal, do site Autos Segredos, o três-volumes é igual à versão que a marca irá fabricar no Brasil a partir do ano que vem, junto com uma variante hatch.
A informação foi confirmada por fontes de QUATRO RODAS junto à fábrica, com uma mudança: segundo eles, a produção do Yaris nacional começaria já no final de 2017 em Sorocaba, onde hoje é fabricado o Etios.
Apesar de não ser uma unanimidade, o design do novo Yaris pode ser menos polêmico do que o Etios. A dianteira mistura diversas linhas, com direito a três entradas de ar, luzes diurnas separadas dos faróis e projetores com aros vermelhos nas versões esportivas.
A traseira segue uma linha mais conservadora, herdando alguns traços da versão norte-americana do Corolla.
Traseira adota um desenho mais simples e com poucas firulas (Divulgação/Toyota)
A marca não repetiu a escola Etios no interior do Yaris, adotando uma configuração mais usual, com quadro de instrumentos à frente do motorista. O modelo pode receber sistema multimídia, ar-condicionado digital e chave presencial com partida por botão – que fica do lado externo, como nos Porsche.
O interior pode ter painel de instrumentos com LCD, sistema multimídia e partida por botão (Divulgação)
Na Tailândia o motor 1.2 de 86 cv é sempre associado a um câmbio automático do tipo CVT. Segundo Vidal, no entanto, o modelo brasileiro poderá adotar o 1.8 de até 144 cv usado nas versões GLi do Corolla,, com opção de câmbio manual.
No país asiático, o Yaris terá ESC com assistente de partida em rampa de série. Os sete airbags, no entanto, devem ser restritos às versões mais caras.
As medidas próximas às do City indicam um bom espaço para quatro adultos (Divulgação/Toyota)
A nova plataforma modular TNGA (que estreará no Corolla em 2019) permitiu ao Yaris ter medidas próximas à dos rivais: são 4,43 m de comprimento, 1,73 m de largura e 2,55 m de entre-eixos. Como referência, o City tem 4,45 m, 1,69 m e 2,60 m, respectivamente.
A Toyota também poderá se espelhar na estratégia de preços da rival, deixando o Yaris sedã na faixa de R$ 60 até R$ 80 mil. Hoje, o Etios mais caro (Platinum 1.5 sedã AT) é tabelado em R$ 68.390, enquanto o Corolla mais simples parte de R$ 91.990.
Além do City, a nova dupla de sedã/hatch da Toyota deverá concorrer com a dupla Polo e Virtus, da Volkswagen, e Ford Fiesta hatch e sedã (este último acaba de retornar ao país, importado do México)
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quarta-feira, 28 de outubro de 2015

NOVIDADES - Governo zera imposto de importação para carro elétrico e a hidrogênio Modelos considerados 'verdes' pagavam alíquota de 35%. Híbridos com motor a combustão variam de zero a 7%.

BMW i3 (Foto: Victor Moriyama/G1)
Imposto de importação de carros elétricos cai de 35% para zero (Foto: Victor Moriyama/G1).
O governo federal zerou o Imposto de Importação para automóveis movidos unicamente a eletricidade ou hidrogênio, que tinham alíquota de 35%. A resolução foi publicada nesta nesta terça-feira (27) pela Câmara de Comércio Exterior (Camex) no Diário Oficial da União.
A medida entra em vigor hoje e exige autonomia de pelo menos 80 quilômetros com uma carga. Serão beneficiadas unidades importadas, desmontadas ou semidesmontadas.
Além disso, os modelos híbridos, que trabalham com propulsor elétrico aliado a outro tradicional a combustão, continuarão com alíquota entre zero e 7%, dependendo da cilindrada e da eficiência energética.
A Camex já havia reduzido o tributo dos veículos híbridos sem tecnologia de recarga externa(com motor a combustão) em setembro do ano passado. A novidade agora é ampliação para os híbridos com recarga na tomada. Os modelos híbridos com incentivo fiscal podem levar até 6 pessoas e não podem ultrapassar 3.0 litros do motor a combustão.
Tecnologia
Poucos exemplares estão disponíveis no mercado brasileiro, mas a decisão abre caminho para que outros desembarquem por aqui, com fabricação local ou não. Os carros "verdes" emitem pouquíssima ou nenhum poluente na atmosfera, em comparação com os movidos a gasolina ou diesel, mas o preço alto de aquisição ainda é a maior barreira para a popularização.
"A Camex informa que a decisão foi tomada após amplo debate sobre o tema e que a medida busca inserir o Brasil em novas rotas tecnológicas, disponibilizando ao consumidor veículos com alta eficiência energética, baixo consumo de combustíveis e reduzida emissão de poluentes", informou em nota o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
BMW i3 (Foto: Victor Moriyama/G1)BMW i3 (Foto: Victor Moriyama/G1)
Frota pequena
Segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico, o país conta com cerca de 3 mil veículos elétricos e híbridos. A frota total do país, era de 89,7 milhões de veículos em setembro, segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).
Atualmente, apenas um modelo de carro elétrico, o compacto BMW i3, é comercializado no país: ele foi lançado em 2014 por R$ 226 mil.
Há 5 modelos de carros híbridos:o sedã FordFusion Hybrid (R$ 142.000), o hatch ToyotaPrius (R$ 116 mil), o Lexus CT200 (lançado em janeiro último, a partir de R$ 134.000), oMitsubishi Outlander PHEV (R$ 198.990) e o esportivo BMW i8 (lançado em 2014 por R$ 799.950).
Em alta
A notícia foi recebida de forma positiva pela Toyota às vésperas do Salão de Tóquio, onde a montadora apresentará a nova geração do híbrido Prius, o mais "barato" dos carros "verdes" no Brasil.
"Neste ano, mesmo com a crise, vamos vender mais (híbridos e elétricos) do que no ano passado. Esperamos passar a marca de 1 mil", diz Ricardo Bastos, gerente-geral de Relações Públicas e Assuntos Governamentais da marca no país. O volume ainda é irrisório comparado com a frota do país.
A alta do dólar também prejudica o aumento dos emplacamentos, já que os poucos modelos "verdes" à venda no Brasil são importados. "Tentamos segurar o preço ao máximo. Está em R$ 116 mil, já foi R$ 110 mil (há 1 ano). Ainda estamos perdendo (dinheiro, com a importação do modelo). A ideia é, em algum momento, empatar (custo e ganho)."
Toyota Mirai (Foto: Rafael Miotto/G1)Toyota Mirai (Foto: Rafael Miotto/G1)
Hidrogênio?
A resolução publicada nesta terça-feira já engloba veículos impulsionados por hidrogênio, que por enquanto só existem no Japão. Estes modelos funcionam com eletricidade gerada ao misturar combustível de hidrôgenio e o oxigênio do ar. O resultado da reação é apenas vapor de água e calor.
A Toyota lançou comercialmente no ano passado o Mirai, primeiro modelo movido a célula de hidrogênio fabricado em larga escala no mundo, mas a Honda promete apresentar um rival noSalão de Tóquio, que começa ainda nesta terça-feira. A BMW também espera lançar um carro alemão movido a hidrogênio até 2020.
Mais incentivos
Na cidade de São Paulo, os veículos elétricos e híbridos têm desconto de 50% no Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e estão isentos do rodízio municipal, que proíbe a circulação no centro expandido em determinados horários por 1 dia da semana. Em setembro, os modelos "verdes" somavam 387 na capital e 723 no estado.
Outros 7 estados dão isenção de IPVA a modelos elétricos: Piauí, Maranhão, Ceará, Sergipe, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte e Pernambuco. Além de São Paulo, Rio de Janeiro e Mato Grosso do Sul também dão desconto de 50% no imposto para esses veículos.
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FONTE: G1 SP EM TÓQUIO
FONTE: G1 SP