quinta-feira, 30 de abril de 2015

Onix 2015 com serie especial nas lojas.


Chevrolet Onix recebe versão Effect


iCarros

Chevrolet Onix Effect aposta no visual: Versão especial dos finados Agile e Sonic, série Effect chega também para o hatch Onix pelo mesmo preço do modelo LTZ
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Chevrolet Onix recebe versão Effect
Após ter estreado nos finados Agile e do Sonic, a Chevrolet agora apresenta a série especial Effect para o hatch Onix. Assim como nos dois modelos que foram descontinuados, a novidade foca em itens de apelo visual, como faixas no capô e no porta-malas, um aplique que simula um extrator de ar no para-choque traseiro e um aerofólio pintado de preto, tonalidade também utilizada no teto. As rodas aro 15 foram pintadas de cinza grafite.
O Onix Effect é baseado na configuração LTZ 1.4 e herdou seus itens de série, como ar-condicionado e direção hidráulica, além de contar com o sistema multimídia MyLink de série. Além disso, o carro recebeu detalhes exclusivos no interior e volante de couro com base achatada. O preço do Effect é o mesmo do LTZ: R$ 50.190.
Na mecânica nenhuma alteração. Permanece o 1.4 SPE/4 flex de 106 cv com etanol acoplado exclusivamente a uma transmissão manual de cinco velocidades na versão Effect, sendo que a convencional LTZ pode trazer ainda um câmbio automático de seis marchas.
 

Inauguração oficial da fábrica da Jeep em Goiana com a presença da presidente Dilma Rousseff.













Foto: Guga Matos/JC Imagem

link original: http://jconlineinteratividade.ne10.uol.com.br/galeria/2015,04,28,4414,galeria.html

domingo, 23 de novembro de 2014

A VEZ É DOS USADOS E COM UM PREÇO JUSTO.

Carro usado: mercado é reaquecido e tem facilidades; confira dicas para um bom negócio

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Luciano dá dicas de como comprar um usado de forma correta
O mercado de carros usados e seminovos é reaquecido no país, diante da falta de liberação de créditos por parte dos bancos. Em tempos de inflação alta, um carro com menos de dois anos de uso pode ser uma boa forma de economizar, e o consumidor de ter um veículo praticamente novo.
O empresário alagoano Luciano Moura diz que esse é o momento de fazer bons negócios e dá dicas de como comprar um usado sem ter que se arrepender depois. Para ele, uma boa pesquisa e análise do produto são garantias de sucesso na compra. “Primeiro lugar, deve-se procurar lojas que tenham respaldo e um nome no mercado. Procurar indicações de pessoas que utilizaram o serviço. Depois a gente avalia o carro: volante, bancos,  lataria, quilometragem e pneus. Como também final de placa, para saber se já está próximo do emplacamento. Se estiver, você pede um desconto ao dono da loja. São vantagens que você não tem ao comprar um veículo novo, já que o preço é tabelado e o emplacamento imediato” – alerta Luciano.
Luciano diz ainda que ao comprar um carro novo, com um mês de uso, o bem é desvalorizado de 12% a 18%. “Essa economia que você faz, pode dar uma entrada bem maior em um seminovo, com baixíssima quilometragem, muitos deles com garantia de fábrica” – indica.
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O empresário diz que o lojista ou vendedor tem que dar respaldo ao que vende. “No meu caso, vendo os carros que eu compraria para mim. Todos são checados antes da venda”, diz Luciano. Ele diz ainda que vale a pena pensar na economia, deixando de lado o pensamento de que só carro novo vai fazer bem para seu bolso.
“Tem muito carro seminovo, com todo o conforto e acessórios, além de potência maior, mais barato que um novo”, finalizou.
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Assista à reportagem:



sexta-feira, 21 de novembro de 2014

ÁGUA -Toyota quer "mudar o mundo" com Mirai, carro a hidrogênio que emite água



A Toyota lançou nesta segunda-feira (18) o primeiro carro movido a célula de hidrogênio para o mercado de massa. No Japão, começa a ser vendido em dezembro. Com ele, a fabricante espera reproduzir o sucesso do híbrido Prius, agora oferecendo um veículo que rompe totalmente com o uso de combustíveis fósseis e promete zero emissão de gases tóxicos e estufa na atmosfera.
Batizado de Mirai em sua versão definitiva (em japonês, "futuro"), o sedã de quatro lugares estará à venda em quatro cidades do Japão a partir do próximo dia 15. No final de 2015, chegará aos Estados Unidos e à Europa, conforme revelou a fabricante durante a apresentação do veículo, ocorrida simultaneamente em Tóquio (Japão) e Newport Beach (EUA). 
Por enquanto, o Mirai custará salgados 6,7 milhões de ienes (cerca de R$ 150 mil) no Japão, sem contar os impostos e já contabilizando um subsídio estatal de 2,02 milhões de ienes (R$ 45 mil) para compras de veículos movidos a hidrogênio.
Devido ao preço elevado, e também à escassez de postos de abastecimento para esse tipo de automóvel, a Toyota espera vender apenas 700 unidades do Mirai no ano que vem. Para 2017, a expectativa é acumular 3 mil unidades, rompendo a barreira das "dezenas de milhares" nos anos 2020. 
COMO FUNCIONA
Os automóveis movidos a hidrogênio podem ser considerados os "carros verdes perfeitos". Eles funcionam usando uma célula combustível do elemento químico, que, por meio da mistura com com o oxigênio (tecnologia usada pela primeira vez no projeto do ônibus espacial Apollo, na década de 1960), gera energia para mover o veículo. As únicas emissões derivadas dessa reação são calor e água -- esta, tão pura que os astronautas da Apollo a beberam durante expedição ao espaço. 
Yuya Shino/Reuters
Célula de hidrogênio promete gerar autonomia de 480 km e potência de 153 cv
"Essa tecnologia irá mudar nosso mundo", previu o diretor administrativo da Toyota, Satoshi Ogiso, na apresentação em Newport Beach.
A adaptação do conceito a carros de rua vem sendo desenvolvida pela marca nipônica há mais de 20 anos. O compartimento em que fica a célula de hidrogênio é bem pequeno e posicionado sob os bancos dianteiros. O modelo promete autonomia de 480 quilômetros e potência de 153 cavalos.
 
FONTE : UOL CARROS

domingo, 9 de novembro de 2014

Salão do Automóvel de São Paulo e sua novidades, 2015

 

Chevrolet Corvette C7.R.                                GMC CANYON

A Peugeot foi mais enfática e, na apresentação do 208 brasileiro que chega em abril, já deixou claro que pretende vender a versão esportiva por aqui em 2014 ...

Fiat Bravo produzido exclusivamente para o Salão do Automóvel de São Paulo. O modelo foi totalmente modificado com cor exclusiva e itens especiais.

Land Rover Discovery Sport no Salão do Automóvel 2014 (Foto: Fabio Aro/Autoesporte
Jeep Renegade no Salão do Automóvel 2014 (Foto: Fabio Aro/Autoesporte)

Edição: Jaílson Silva e vem mais fotos ...

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

C3 x Palio - como ultrapassar o campeão? gol ameaçado.


FIAT PALIO (À DIR.) JÁ AMEÇA O VW GOL NA LIDERANÇA DE VENDAS, ENQUANTO O CITROËN C3 (À ESQ.) OCUPA UMA MODESTA 23ª POSIÇÃO

O Fiat Palio vem assumindo a liderança nas vendas, mas com o C3 a Citroën quer fazer oposição e bater no campeão
Sucesso de vendas, o Fiat Palio é atualmente o segundo colocado entre os modelos mais comercializados em 2014. Ele soma 128.765 unidades vendidas até o mês de setembro, de acordo com a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). Nos últimos três meses, porém, o Palio vendeu mais do que o atual campeão, o VW Gol. Enquanto briga pela liderança do mercado brasileiro, o compacto da Fiat foi colocado lado a lado com o hatch premium Citroën C3, que hoje ocupa a 23ª posição no ranking de vendas - são 22.208 unidades comercializadas no acumulado até setembro. O iCarros avaliou o Palio na versão Essence 1.6, enquanto o C3 testado era o Attraction 1.5. O modelo da marca de origem francesa recebeu essa nova configuração para a linha 2015 com o intuito de preencher a lacuna entre o Origine, de entrada, e o Tendance, até então o intermediário. Com os rivais nomeados, é hora de conhecer as armas de cada um. Preço versus itens de série O Palio Essence 1.6, que custa R$ 42.080, pode ser considerado o modelo intermediário do hatch. Ele é mais completo e potente que o Attractive (1.0 e 1.4) e nem tão topo de linha quanto o Sporting 1.6. De série, traz ar-condicionado, direção hidráulica, vidros elétricos (somente dianteiros), travas elétricas e regulagem de altura para banco do motorista e volante. O C3 Attraction 1.5 custa R$ 44.590, mas não há opcionais. Além dos itens presentes no rival, o modelo da Citroën acrescenta direção elétrica, volante com ajustes de profundidade e altura, vidros elétricos em todas as portas, sistema de som com conectividade via Bluetooth e comandos na coluna de direção, retrovisores externos elétricos e rodas de liga leve. Pode ser acrescentado apenas pintura perolizada - que aparece no carro das fotos -, elevando o preço para R$ 46.380. Para deixar o Palio com equipamentos equivalentes ao que o C3 oferece de fábrica, é preciso ir fundo na extensa lista de opcionais do Fiat, deixando o modelo fabricado em Betim (MG) com um preço mais salgado que seu oponente: R$ 47.231. E o Palio das fotos estava com mais equipamentos pagos à parte, como retrovisor interno eletrocrômico, sensor de chuva e acendimento automático dos faróis, deixando o preço do carro em R$ 48.591. A receita do campeão é entregar um modelo menos equipado a um preço convidativo e o consumidor escolhe o que vai querer de equipamentos extras. Já o C3 rebate com uma opção intermediária mais completa. Como seus itens são todos de série, o preço final acaba saindo mais em conta que o do Palio, onde boa parte dos equipamentos de conforto é cobrada a mais. Ponto para o Citroën, que além de entregar mais por menos, também se preocupa com segurança. Ele traz mais que airbags e ABS: tem luzes diurnas de LED, que vêm de série na configuração Attraction. Vida a bordo A cabine de ambos já não é novidade para ninguém. Os dois hatches oferecem amplo espaço para até quatro adultos. Porém, o teto curvado do C3 passa uma impressão de ser maior, mesmo sem oferecer o para-brisas Zenith, equipamento que leva a peça a praticamente o meio do teto e que é de fábrica a partir da configuração Tendance. Mesmo sem grandes ousadias no painel, o C3 tem peças bem montadas e materiais que, apesar de serem feitos com plástico rígido, agradam. Porém, tudo é preto na cabine. Bancos, portas, painel... À noite, o Citroën fica escuro. Enquanto isso, o Palio tem um aspecto mais simples, mas usa um cinza claro como principal tonalidade. Isso não significa que seja fácil conviver com o Fiat. O rádio já está datado e o sistema Bluetooth dá trabalho para fazer a conexão com seu smartphone pela primeira vez. A Citroën resolveu isso recorrendo à Pioneer para fornecer o áudio do C3. Bem mais simples de usar, com aparência moderna e boa qualidade sonora, esse sistema é mais amigável. Na versão Essence, o Palio oferece um acabamento aveludado nos bancos, já o C3 tem um tecido convencional. O Fiat é mais confortável para se sentar, mas acaba exigindo mais do motorista com seu sistema hidráulico de assistência à direção. Não é nem de longe parecido com direções mecânicas, mas, perto do sistema elétrico do Citroën, o Palio fica devendo. Apesar de sofrer com a escuridão de noite, o C3 tem cabine mais refinada, apoiada também pelo painel de instrumentos mais agradável aos olhos que o do Palio, que é bem convencional. O rádio pode parecer um item simples para decidir qualquer escolha, mas pense que ele será usado todos os dias, então uma interface amigável é mais que bem-vinda. Segundo ponto do Citroën. Motorização e dirigibilidade Aqui, os rivais tomaram caminhos diferentes. Enquanto o Palio oferece um motor 1.6 16V flex de 117 cv e 16,8 kgfm com etanol, o C3 tem um 1.5 8V flex de 93 cv e 14,3 kgfm, também com o derivado da cana. Ambos possuem transmissão manual de cinco velocidades, mas o Fiat oferece opcionalmente o câmbio automatizado Dualogic de cinco marchas. O Citroën tem câmbio automático de quatro velocidades, mas está disponível apenas nas versões mais caras. Em baixas rotações, ambos respondem bem, mas o 8V do C3 entrega força mais rápido nesse regime. Só que basta esticar as marchas além das 3.000 rpm para perceber que o Palio, de fato, anda mais. Apesar de mais pesada, a direção hidráulica do Palio acaba por transmitir mais segurança em movimento e a relação entre o quanto o motorista esterça e o quanto as rodas viram é mais direta. No geral, o modelo da Fiat parece estar mais “na mão” do condutor. O C3 não é inseguro, mas o motorista percebe menos o que está acontecendo com o carro e o câmbio tem engates mais imprecisos. Primeiro ponto do Palio. Espaço virtualmente igual Mesmo com visões diferentes de design, Palio e C3 têm praticamente as mesmas medidas. São 3,9 m de comprimento, 1,5 m de altura e 1,7 m de largura para ambos. Muda apenas o entre-eixos, com 2,4 m no Fiat e 2,5 m no Citroën. O C3 também oferece o maior bagageiro: são 300 litros contra 280 litros do rival. O C3 leva o último ponto. Veredicto de Thiago Moreno - Somar a pontuação é simples: o C3 levou em três dos quatro itens avaliados. Apesar de vender mais, o Palio cobra caro para ser equipado e tem um acabamento mais simples que o rival. Mesmo estando lá embaixo na tabela, o Citroën leva o comparativo e é uma opção a ser considerada por quem busca um hatch na faixa dos R$ 45 mil. Acompanhe as novidades do mundo automotivo pelo iCarros no: Facebook (facebook.com/iCarros) Instagram (instagram.com/icarros_oficial) YouTube (youtube.com/icarros)